23 de novembro de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

***

 

29 de outubro de 2012

Revolução interna

“Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer”

(Pra não dizer que não falei das flores, Geraldo Vandré)

...

Um resumo do silêncio.

28 de setembro de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

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27 de setembro de 2012

Tentando...



...Meditar.

26 de setembro de 2012

Site legal



L. na volta escola:
-- Mãe, anotei um site muito legal que vi hoje na escola. É de desenho! Mas faz desenhos diferentes. Você vai gostar!

E foi assim que conheci o My Oats.
Um site para brincar, desenhar e criar.

...

E foi bem legal perceber que a filha já reconhece as coisas que eu gosto. :o)

24 de setembro de 2012

Lixo eleitoral

Em quem NÃO votar...
Sempre prestamos atenção aos cartazes de “Procura-se” com fotos de bichos perdidos pelos postes da cidade.

Ao ver algum deles as crianças costumam dizer:
-- Olha, aquele gatinho se perdeu!...
-- Olha, aquele cachorro se perdeu!...


Quando T. notou os primeiros cartazes com propaganda política pelas ruas da cidade, logo concluiu:
-- Olha, mãe. Esses moços se perderam...

...

Agora L. e T. já entenderam que os cartazes são de candidatos. Já sabem que os candidatos deveriam usar o  espaço público com respeito e bom senso; que os candidatos deveriam pôr e tirar(!) os anúncios todos os dias; que eles devem recolher tudo quando terminar a eleição, enfim.

Não estão gostando nem um pouco da poluição visual que eles causam, mas em alguns momentos ficam mais incomodados.

T. comentou indignado, ao ver uma dessas propagandas:
-- Eu odeio quando eles colocam as propagandas nas árvores!!!



Ouçam bem candidatos, ele "só" tem 4 anos -- e muita consciência...

:o/


 

20 de setembro de 2012

Um livro e um CD


Duas dúzias de coisinhas à toa que deixam a gente feliz, de Otavio Roth.
Este livro foi comprado antes mesmo que eu engravidasse (sempre fui fã de literatura infantil).
Simples, pequeno e delicioso. O título, quase maior que o livro, já diz tudo. :o)

Houve uma época em que o líamos toda noite antes de dormir. Depois ficávamos lembrando de coisas que nos deixam feliz:
-- Filhote de gato!
-- Andar a cavalo!
-- Bolo de milho!
-- Desenhar!

...

Há pouco tempo essa lista de coisinhas à toa foi musicada pelo Hélio Ziskind, no CD/DVD Na Casa de Ruth.

Ruth Rocha, Ziskind, Fortuna, Coral Infantil do Sesc, Mariana Massarani... Só gente boa! Música de qualidade para crianças e adultos.
(Adoro a versão de Alecrim Dourado deste CD.)
Músicas que deixam a gente feliz à toa. ;o)

...

Ia me esquecendo... As bonecas e bonecos aqui de casa adoram ler. ;o)


 

19 de setembro de 2012

Chove chuva

17 de setembro de 2012

Coisinha à toa

Por muito tempo eu pensava que algumas coisas só os outros conseguiam. Eram coisas que eu admirava: traços de personalidade, maneira de se fazer algo, habilidades... A lista era grande e variada, com pequenas e grandes coisas. Com o tempo fui percebendo que isso de “só os outros conseguem” não era bem assim e que, a partir do momento que eu realmente quisesse fazer algo ou agir de determinada forma, eu conseguiria.

Hoje eu realmente acho que posso conseguir qualquer coisa (ou quase!), desde que me proponha a tal -- todo mundo pode. É claro que nem sempre é fácil, às vezes desanimo, perco o interesse, me saboto.

De qualquer forma, quando consigo fazer uma coisinha que seja desta antiga lista de coisas “inatingíveis” fico extremamente feliz. Principalmente porque conseguir fazer uma dessas coisinhas significa que as grandes coisas também podem ser possíveis.

...

E foi assim que nesse fim de semana...



Consegui manter um bambolê rodando pela primeira vez na vida!
Uma coisinha à toa e eu feliz da vida. :o)))

14 de setembro de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
"{this moment} - A Friday ritual. A single photo - no words - capturing a moment from the week. A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."

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13 de setembro de 2012

Busca


A Música, Henri Matisse


"A beleza salvará o mundo"
Dostoievsky, no livro O Idiota
 

E foi procurando me certificar de que o autor da frase acima era mesmo Dostoievsky que encontrei este texto.
Colo aqui um trecho (créditos ao final).

A conhecida frase de Dostoievsky no seu livro O Idiota — “a beleza salvará o mundo” — é uma das mais profundas intuições estéticas já verbalizadas sobre o destino do homem.
Uma pessoa que sabe estabelecer relações criativas com os outros, com a arte, com a natureza é capaz de salvar-se, neste sentido não estritamente religioso, mas quando de fato salvar-se é escapar do inferno da mediocridade e desfrutar da saúde (psíquica, moral, metafísica) de ser.
O ser humano, para realizar-se integralmente — tornar-se um ser íntegro e não fragmentado e corruptível —, necessita do entusiasmo provocado por experiências significativas. O contato com a arte provoca experiências desse tipo[1]. Esse específico entusiasmo estético-existencial nasce da súbita percepção da (e união com a) realidade em sua pungência, seja diante de um belo quadro, de um belo poema, de uma bela escultura, de uma bela sinfonia etc.
O educador espanhol Alfonso López Quintás, em seus livros e conferências, tem procurado mostrar-nos que a arte liberta o homem da lógica implacável do cotidiano competitivo, consumista, reificante, em que somos manipulados e massificados, lógica que vai desembocar no vazio existencial.
É bem verdade o que dizia Mário Quintana — que a poesia não é uma fuga da realidade e sim uma fuga para a realidade. Mas tal verdade precisa ser experimentada de modo criativo, ou não será experimentada de modo algum. A arte propicia e estimula uma visão realista que supera em muito o realismo redutor (e anti-estético) a que somos submetidos diariamente, realismo que por vezes chega a reduzir também a própria arte em mero (e cansativo) entretenimento, em manifestação vaidosa de status social ou poder econômico, em instrumento de marketing e em outras “coisas”.
 [1] Outras experiências significativas: o amor fiel, a amizade profunda, a geração de um filho, a adesão a um ideal, a concretização de uma vocação profissional, a constatação da ação providente de Deus, enfim, toda experiência vital em que a pessoa se vê convocada a transformar-se em quem efetivamente deve ser.
Trecho de "As Experiências Reversíveis segundo López Quintás - Análise de um Poema de Cassiano Ricardo", Gabriel Perissé

11 de setembro de 2012

Amoras no pé, amoras na mão


As amoreiras espalhadas pela cidade estão carregadas.
No domingo encontramos uma e as crianças se lambuzaram. Mancharam mãos, boca e sapatos (o chão estava cheio!).
Não dava nem tempo de juntar algumas e já tinha alguém mastigando.
Ontem, eu encontrei uma outra amoreira carregada (aí sim pude comer um pouco).


A única vez que comprei amoras foi uma decepção. Não tinham nem metade do sabor das que dão por aí, de graça.
(Comprar amoras, aliás, causou estranhamento por aqui: “amora veeende, mãe?!?!”)

...

A condição das amoreiras “for free” é a seguinte: as maiores, as mais escuras e doces ficam no alto -- são dos pássaros. O resto é de quem passa.:o)

6 de setembro de 2012

Dharma



“Além do dharma universal, que é natureza de cada espécie ou cada ser, existe também o dharma pessoal, que seria como “o caminho que cada um tem a seguir.”
Trecho de Karma e Dharma, Thays Biasetti

“O dharma não é absoluto, muda no tempo e no espaço. Sendo assim, cada um deve buscar compreender seu próprio dharma dentro da sociedade e da família em que nasceu, e assim guiar suas escolhas e ações.”
Trecho de O que é Dharma?, Paula Ornelas, professora de sânscrito e vedanta no Rio de Janeiro

Uma vida bem examinada e investigada, onde exista auto-conhecimento (como diria Sócrates), é uma vida que encontra a Verdade, que encontra seu caminho, que encontra o Dharma. O contrário também é válido: uma vida de sofrimento, autômata, sem atenção, sem consciência e mantida na ilusão dos sentidos, é adharma. “Se o universo fosse um rio, o fluxo desse rio seria o Dharma“.
(...)
“By the dharma is meant the heart, for there is not dharma apart from the heart.”
Huang Po, mestre Zen-Budista
Trecho de O que é Dharma? Qual seu significado?

3 de setembro de 2012

Abacateiro

Na nossa minúscula varanda já nasceu de tudo: tomate, manjericão, maracujá, hortelã, cenoura, ipê amarelo, pata-de-vaca, palmeira, girassol... Algumas foram semeadas, outras brotaram sozinhas. Elas crescem, algumas são colhidas, outras morrem e daí já vem outra.

A minha planta preferida era este pé de abacate.


Ele estava grandinho, já com cara de arvorezinha... mas de um tempo pra cá as folhas começaram a ficar feias, ele estava ficando triste. Precisava de espaço.

No fim de semana demos espaço a ele: levamos o abacateiro até uma praça e o plantamos num lugar onde possa crescer tranquilo.

Cada um ajudou um pouco (cavar um buraco não é fácil...).




E ele ficou assim:


Feliz da vida. :o)

Update: Abacateiro II (2014)

...

Agora temos espaço aqui pra fazer brotar mais algumas mudas.

31 de agosto de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
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30 de agosto de 2012

Muitas de mim

Uma ciranda de presente para Symon.
 
 
(Estas são algumas de mim.)

29 de agosto de 2012

Tosse e inalação


São Paulo sem chuva.
Muito sol e calor em plena estiagem de inverno.
A poluição palpável no céu bonito (azul + faixa marrom).
As crianças tossem. Congestão, respiração bucal, às vezes têm dor de cabeça. Dá-lhe bolinhas de homeopatia.
E inalação.
Depois que aprendi a fazer a inalação com sálvia ou camomila com o pediatra das crianças, já ensinei um monte de gente. Não posso ver uma criança tossindo que vou lá dar a receita:


Sálvia
Inalação com chá de Sálvia ou Camomila*
Para tosses, sinusites e resfriados com congestão nasal
Espectorante

Faça um chá forte:
Ferva ½ xícara de chá de água.
Desligue o fogo e acrescente 1 colher de sobremesa bem cheia de sálvia ou camomila.
Deixe descansar tampado por 20 minutos.
Coe com um tecido (ou coador de papel)
Guarde o chá na geladeira por até 3 dias.

Para a inalação, coloque no copinho do inalador:
5ml de soro fisiológico
5 ml de chá
(+ ou – 1 colher de sopa de cada)

Faça a inalação por 10 a 15 minutos.


Dicas importantes

Para funcionar bem, a inalação tem que ser feita com uma certa constância – sempre de acordo com o quadro da criança.
Nas crises, eu costumo fazer até 3 vezes ao dia, durante alguns dias (em geral por 1 semana).
Fazer 1 vez só não resolve.

Acompanhe a sessão-inalação com desenhos animados na TV ou a leitura de um livro que a criança goste (algumas dicas de livro aqui).

Se a criança reclamar que a inalação está sendo incômoda para ela (porque tem que ficar parada, porque a fumacinha atrapalha para ver o desenho...), explique que essa fumacinha está ajudando o corpo dela a melhorar, converse, brinque.

Invente uma brincadeira com a situação, vá riscando num calendário os dias que faltam para terminar o tratamento. No site Passarim tem um calendário bem legal que eu mesma criei (é de graça!): vai lá ver.

Resumindo: torne a situação agradável, inalação não precisa ser chata.
Quando ela perceber o tempo da inalação já acabou e vocês se divertiram. :o)

Obs: para adultos também funciona, eu mesma já testei (só não consegui fazer em mim mesma tantas vezes quanto faço em meus filhos... a-ham.)




*Sálvia = quando o muco está espesso
Camomila = quando há coriza (tipo clara de ovo)

Camomila

24 de agosto de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
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22 de agosto de 2012

Transformando

Procuro ensinar as crianças que SEMPRE é possível transformar para melhor algo que não gostamos a princípio. Muitas vezes basta mudar o ponto de vista.
 
É claro que o ensinamento é válido principalmente para mim. Também eu QUERO aprender a fazer isso em inúmeras situações -- nem sempre consigo.
 
De qualquer forma, acredito que treinando o olhar (e a atitude) com pequenas coisas, com problemas simples, a gente vai aprendendo e incorporando essa maneira de ver e ser.
 
Quando os filhotes desenham sempre digo: transformem.
Não gostou do traço? Não ficou como queria? Transforme!
O que era pra ser um tatu, vira um barco; a menina vira uma árvore, uma mancha se transforma num chapéu... Vale tudo. Só não vale não tentar trasnformar.
 
Ontem pedi a L. que desenhasse sobre um papel já pintado que, segundo ela, estava borrado, manchado, feio.
Ela fez o desenho despretenciosamente, na certeza de que não ficaria bom, pois o papel já estava “estragado”.
 

Eu a-do-rei o resultado.
O papel que iria para o lixo virou uma linda ilustração.
 
Ela diz que não gostou – mas deixou que eu o colocasse aqui (no fundo, talvez não tenha achado tão mal assim o resultado). ;o)

20 de agosto de 2012

A ioga possível



Apesar de gostar muito de ioga, minha prática atual se restringe a ler minha revista preferida, tentar aplicar a filosofia ao meu dia-a-dia e, de "vez em nunca", fazer uma postura (tipo Savasana -- hoho).

As crianças curtem esses momentos raros e pedem para fazer comigo de vez em quando.
Dia desses, cansada e com sono, fui colocá-los para dormir.

Vira o mini iogue de 4 anos e diz:
-- Mãe, vamos fazer ioga?
E eu, fechando os olhos:
-- Aaah, T... Eu estou tão cansaaada...
Abro os olhos e vejo o moleque já no chão, na postura de lótus, palmas da mão juntas, um olho fechado e outro aberto, rindo e me falando:
-- Ah, vai mãããe...

Dá pra aguentar? :o)

...

Para constar: a postura desse ser dura uns 4 segundos e logo começa a bagunça. ;o)

19 de agosto de 2012

Cast on, baby!

Excepcionalmente... um post domingueiro!

Cast on baby! via Nelkin Designs



Agora vou correr para as agulhas. Uma carreira que seja!
Uma vez tricoteira, sempre tricoteira.

15 de agosto de 2012

Inesperado






Quando o pedido do filhote vira realidade.
Quando acontece de encontrar uma praia (próxima a SP) bonita e inacreditavelmenre tranquila.
Quando a comida a beira mar é boa.
Quando o vento pára.
Quando a noite é bonita.
Quando a praia não é iluminada.
Quando os filhos brincam na areia fina (até no escuro!).
Quando podemos pôr os pés no mar à noite.
Quando acontece tanta coisa boa num só dia... só resta agradecer.

10 de agosto de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
Me junto à Amanda, do SouleMama, numa reflexão fotográfica sobre a semana que vai chegando ao fim:
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6 de agosto de 2012

Na lista

Mesmo antes de engravidar eu já tinha ouvido falar deste livro e desde então ele está na minha lista de livros a comprar.

Eis que um dia desses L. chega da escola falando que a bibliotecária tinha lido um livro muito legal para eles: “Quando mamãe virou um monstro”, de Joanna Harrison.

-- Traz pra gente ler! – pedi.
E ela trouxe.





Lemos diversas vezes, o livro é realmente muito divertido.

Trata daquela cena velha conhecida em que a mãe perde as estribeiras com os filhos num dia “daqueles”. Ao final todos (inclusive a mãe, é claro) repensam suas atitudes, se arrependem e tudo acaba bem.

A identificação com a história é inevitável (para mães e filhos).

...



O interessante foi o efeito colateral: nos dias seguintes os 2 ficaram bem mais cooperativos – entretanto o efeito não foi permanente. Está mais para intermitente.  ;o)

3 de agosto de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
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1 de agosto de 2012

Recarregando as baterias

30 de julho de 2012

Céu


Saí para olhar o céu.
Estou quase de volta (para olhar pra frente).

5 de julho de 2012

*Ontem*

Encontrei minha professora de educação artística do ginásio no FB. (ginásio = atual ensino fundamental nível II)
Corri fotografar uma das produções daquela época que resistiu aos anos.
Ei-la:



Fiz essa telha em setembro de 86.
26 anos atrás... No século passado!
Juro que parece que foi ontem.

...

Na verdade, *ontem* aconteceu um tantão de coisas: nasceu minha filha, nasceu meu filho, acampei com meus tios, brinquei com meus primos no quintal, comecei a namorar o marido, estava grávida pela primeira vez, ganhei uma cachorrinha, adotamos uma gata, era véspera de Natal, ganhei minha primeira bicicleta, estava na faculdade, fiquei desenhando com arroz na casa dos meus avós, andei de metrô pela primeira vez...
Ufa! *Ontem* está tão pertinho...
E os *ontens* são tão simultâneos.

4 de julho de 2012

Pombas!

E a gatinha de apartamento ganha ares de onça da mata.

2 de julho de 2012

Férias da escola



E os filhotes em casa.
E as manhãs ao ar livre.
Pular corda, andar de bicicleta, pular amarelinha, desenhar no chão do parquinho, "pilotar" o carrinho de controle remoto...

...

E por falar em pular corda... Essa é a febre do momento. A minha banguelinha pula pra frente, pula pra trás, leva a corda na mochila, pula no meio da sala. Parece uma pipoca.

25 de junho de 2012

Muiraquitã

L. precisava desenvolver um tema indígena para um trabalho de escola.
Lembrei da lenda do muiraquitã, em que mulheres guerreiras modelam amuletos durante uma cerimônia à Jaci, a lua.
L. aprovou a idéia, empolgada.


Argila + guache + tiras de ráfia
(O dinossauro, a cobra, a tartaruga... são artes do T.)


 Ficamos bem contentes com o resultado.
(E eu finalmente tenho um muiraquitã!)

22 de junho de 2012

Caipiras 2012



Ela usou um vestido feito pela bisa (minha avó!).
Ele, camiseta e calça jeans.
No dela costurei retalhos, fita e rendas.
No dele costurei retalhos (inclusive um tucano) e uma gravata -- idéias dele.
Ela foi de tranças.
Ele foi de chpéu -- e sem bigode.

:o)

"Pula a fogueira, iaiá.
Pula a fogueira, ioiô.
Cuidado para não se queimar,
Olha que a fogueira já queimou o meu amor..."

6 de junho de 2012

Estou sorrindo :o)

E foi assim.
A inspiração chegou e se instalou.
As idéias compartilhadas foram brotando, cresceram.
O projeto nasceu, ganhou forma e endereço virtual.
Hoje ele floresceu e abriu-se para o mundo*.

Quando eu nasci, um livro para contar a beleza única de cada nascimento.

Um projeto feito com alegria e carinho por nós (eu e Naty).
Deixo aqui o convite para quem quiser nos visitar e conhecer o trabalho que tem nos feito sorrir.

Quando eu nasci: muito mais do que um livro, uma história para ser guardada por gerações.

...

*Atualização (abril 2013): projeto temporariamente fora do ar, em fase de amadurecimento.

1 de junho de 2012

* this moment *

Um jeito gostoso de blogar às sextas-feiras.
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A simple, special, extraordinary moment. A moment I want to pause, savor and remember."
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31 de maio de 2012

Silêncio


Filhotes dormindo, chá, inspiração, trabalho, leituras.
(um oásis caseiro)

30 de maio de 2012

A rua-óasis

Algumas coisas que acontecem no meu dia-a-dia me ajudam a “respirar”.
Uma delas é passar todo dia de manhã por uma rua de paralelepípedos depois de deixar as crianças na escola.
Para mim, ela é uma rua-oásis. 

Fica em meio a um bairro movimentado, com trânsito de carros e pessoas, prédios, casas, escritórios, lojas, velocidade, pressa...
Apesar de estar ao lado de tanto movimento, não é uma rua de passagem. A rua-óasis é o contrário do entorno.
Deve passar despercebida por muitos. Na verdade, eu desvio do caminho mais óbvio para passar por ela.

A rua-oásis é plana, tem somente casas (algumas com jardim), tem muitas árvores e um ritmo próprio. Não possui lombadas, mas automaticamente qualquer carro reduz a velocidade ao entrar nela.

Quando passo por ali, esqueço do mundo.
Por alguns segundos somem todos os problemas da minha cabeça. Só vejo aquele sol da manhã atravessando as árvores e deixando os paralelepípedos dourados. Namoro a minha casa preferida. Ouço o som gostoso dos pneus sobre os blocos de pedra.

Quando termina a rua invarialvelmente estou sorrindo -- e respirando um pouco melhor.

17 de maio de 2012

Bichos que tem (também) na cidade

Minhoca, joaninha, caracol, maria fedida, lagartixa, tatu-bolinha e até morcego(!)...
Aparecem na minúscula varanda, no quintal dos avós ou são “capturados” nos jardins e parques pelos meus intrépidos caçadores.

Enquanto não sobra tempo para um texto mais elaborado, posto a foto da última aventura.

A sempre presente: Maria Fedida (que na verdade só perfumou o ar uma vez -- em geral não costuma fazer jus ao seu nome quando as crianças a trazem para casa).


Simpática ela. :o)

...
19/09/2012
Errata: segundo consulta feita à minha bióloga preferida, a mocinha aí em cima é provavelmente um "Besouro da Floresta" (Pentatoma rufipes). Mais precisamente uma ninfa dessa espécie (ninfa = fase em que estão crescendo as asas). É ainda uma jovem besourinha.

2 de maio de 2012

Interagir

eu interajo
tu interages
ela interage


nós interagimos
vós interagis
eles interagem

27 de abril de 2012

* this moment *

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25 de abril de 2012

Pirata


Quando uma criança pega uma câmera digital e sai registrando tudo o que vê, além das milhares de fotos repetidas ou embaçadas, tem-se também boas surpresas ao baixar as imagens.

Esta foto foi feita pela L.
O protagonista é o irmão, T., num momento “pirata em alto mar”.

Detalhe especial: a espada em punho foi feita pelo nonno, com galhos de louro do quintal.

18 de abril de 2012

Por onde ando


Ando num mundo cheio de ideias e de boas inspirações, e o melhor: trabalhando para pô-las em prática.

...

As ideias vem em tal profusão
que nem cabem na mão
algumas ficam pelo chão.

Também tenho brincado com as palavras.
(Ô coisa boa!)

E parodiando o poeta Gentileza:
Boniteza gera boniteza.

16 de abril de 2012

Para sentir o mar


Morena do Mar from Maíra Soares on Vimeo.

3 de abril de 2012

Planetas



T. anda influenciado por nossas conversas sobre planetas, espaço, sistema solar...

Outro dia no carro (seu lugar preferido para soltar frases deliciosas), estávamos todos em silêncio quando de repente ele diz:

-- Não sei como os planetas não ficam tontos de tanto rodar!

...

E sua atual escala de avaliação é o tamanho dos planetas.
-- Você gosta disso, T.?
-- Gosto. Do tamanho do planeta!
ou
-- Gosto do tamanho de 2 planetas inteiros!

Meu maluquinho sideral. :o)